sábado, 18 de julho de 2009

Mês do Metal Gear Solid #2 - Metal Gear Solid, Sons of Liberty



Olá amiguinhos, aqui vai a segunda parte do mês Metal Gear Solid. Devo informar que as próximas linhas serão CHEIAS DE SPOILERS, então estão avisados!
Vamos ao segundo episódio da saga, muito incompreendido pelos fãs, de primeira viagem, o jogo parece ser um "Shadow Moses Revisited", mas isso será explicado quando você jogar o jogo! En garde!

Metal Gear Solid 2 - Sons of Liberty
Lançamento: 13/11/2001 (EUA) e 29/11/2001 (Japão)
Gênero: Stealth/Ação
Um disco de Game (Sons of Liberty), Um disco de Game e + extras (Substance Version), The Document of Metal Gear Solid 2 (Documentário sobre o game).
Classificação: 15+ (Cero), Mature 17+ (ESRB), 18+ (MDABrasil).

MGS2 é o tipo de jogo conceitual mal-entendido de primeira vez que se termina. Você não sabe o que está acontecendo e nem o QUÊ aconteceu. O pior que tudo é explicado, mas é tão surreal, que você fica perdido.
O Jogo se passa em dois momentos. No primeiro momento, você encara uma missão num Cargueiro de Petróleo, com nada mais nada menos que Solid Snake. O herói de Shadow Moses. Novamente em uma missão, mas uma missão pessoal, com seu parceiro Otacon, sobrevivente do primeiro jogo, formaram a organização Phylantrophy. Para combater o mercado de Metal Gears escondido pelo mundo inteiro, um trabalho bem nobre na minha opinião, porêm, Snake ainda sofre pelo fato que deve matar para acabar com esse tipo de coisa.

Conhecido como, the Tanker Incident, Snake entra no Petroleiro para descobrir se ele estava guardando a mais nova arma, o protótipo Metal Gear Ray, porém, tal barco é invadido por terroristas, liderado por Sergei Gurlukovich e a sua filha, Olga Gurlukovich. Snake não entende o porquê, porém, mais uma vez ele deve deter tal ameaça que pode acabar com o mundo.
Adentrando á mais no petroleiro, ele encontra os passageiros mortos, e guardas de Gurluckovich patrulhando a área, ou seja, hora do setalth, pelo menos você vem equipado com uma M9, uma pistola tranquilizante, algumas Rations e só. Armas você encontra durante o processo.
O Capítulo do Tanker dura cerca de 3h, dependendo das suas habilidades no jogo, não vou falar mais nada, a única coisa que você deve saber é que: o petroleiro afunda junto com Snake.

Segundo momento, depois de dois anos, no mesmo local, uma base de desintoxicação da água é instalado, ele se chama Big Shell, porém, ele foi tomado por terrorístas, liderado por ninguém menos que: Solid Snake! Além de ter raptado o presidente dos EUA e vários refens. Surpresos? Bem, não é pra pouco!
Você agora está na pele de Raiden, um novato em missões de campo, apenas treinado pelo sistema de realidade virtual. Ele deve adentrar em Big Shell, resgatar o presidente e os refens e acabar com a ameaça do grupo radical, chamado, Dead Cell.

A Dead Cell é composta por quatro integrantes:
Fatman, especialista em bombas.
Fortune, a dama da sorte.
Vamp, o guerreiro imortal.
Solid Snake, o guerreiro lendário.

Você contará com o arsenal de armas conhecido de MGS, com algumas coisas á mais, como um Lança-Granadas e Rifles Tranquilizantes. As diferenças realmente importantes estão na jogabilidade, dando um slato TREMENDO em relação á MGS. Primeiro, a First Person View, com o botão R1 você pode entrar no Intrusion Mode, o mesmo que ativava quando você entrava nos canos de ventilação em MGS, só que agora você pode atirar, isso mesmo, para ter uma visão melhor de onde vai atirar, ou seja, não há mais a mira automática, agora é tudo manual, a mira automática se tornou algo instável, ela só ativará em estados de pura necesidade, ou seja, em duelos. Com os botões L2 e R2 você poderá se esegueirar para tais lados enquanto está no Intrusion Mode, e com os dois pressionados, você ficará na ponta dos pés, elevando sutilmente a visão. Você agora tem o botão de ação que saiu do "Círculo" para o botão "Triângulo", o que não faz mais você confundir um com o outro. Se encostar em paredes ainda é preciso, mas agora você poderá se movimentar enquanto está agachado (o que seria MUITO ÚTIL na parte da Blast Furnace no MGS), e chegando perto de um parapeito e apertando o botão de ação, você pulará e se segurará nele, sim, você agora pode fazer ninjices (figura abaixo).


Outra coisa legal, é a inclusão do empurrão, quando você estiver correndo, basta apertar o botão "X" e você rolará na direção que você está indo (Snake) ou dar um giro estrela (Raiden, sim, ele é um ninja). Outra coisa muito melhorada foi o AI dos soldados, agora eles podem fazer chamadas e flanquear você com equipes de apoio, além de ter soldados com escudos, que dão MUITO trabalho para derrotar e se eles verem você adentrar num local fechado como uma tubulação, eles mandarão uma granada lá dentro e, bem, se você não sair rápido de lá, Game Over para você.
O jogo está mais sanguinário que nunca, fazendo você ver escarradas de sangue para todo o lado, não falo de pouco sangue, mas sim de um BANHO de sangue que as paredes podem levar (nota: se você matar uma pessoa bem próxima de você em FPV, o sangue automáticamente irá voar para a sua tela e encharcá-la!, o mesmo vale para baratas quando conhecem o terror de uma granada!

A inclusão destas novas ferramentas de ação fazem o jogo mais dinâmico, além de mais divertido, o grande porém é que com tantas coisas novas, você tem poucos momentos para usá-los de forma obrigatória. Uma coisa que é a mais legal, como Raiden é mais ninja que o Snake, ele recebe no final uma Katana, ou seja: Você pode cortar, estripar e whatever you like!

Metal Gear Solid 2, Sons of Liberty é tão obrigatório quanto seu antecessor, mas eu aconselho vocês a comprar o seu add on, Substance, que vem com o VR Missions e uma saraivada de extras.

Jogabilidade: 10
Dificuldade: 7,0
Replay: 8,5
Som: 7,0
Gráficos: 10
Nota Final: 8,5

Prós: Metal Gear Solid 2 é muito divertido, do começo ao fim e tem uma história de revirar o sono, por isso, é um jogo cheio de conteúdo. Fator Replay maior, com o minigame de Dog-Tags, que podem ser conseguidos quando você rende o inimigo e apontando ou para a cabeça de cima ou a debaixo (se vocês me entendem) eles entregam a sua dogtag, assim você coletando tais dogtags pode abrir um item no fim do jogo!

Contras: HELL, ESSE JOGO É DIFÍCIL PRA CARAMBA! Por isso que ele levou 7, ele as vezes chega a ser chato de tão difícil, não é aquela sensação de dificuldade divertida. Outro ponto fraquíssimo é a trilha sonora, Harry Gregson Williams (A Rocha, Armageddon) entrou na equipe para fazer sua marca, porém, ele chega num momento e com uma idéia que não é bem engolida, tipo a parte techno ficar mais expressiva que a parte épica (como os coros que ecoavam na sala de tanques no MGS, que eu sinto muito a falta), a limada da musica Encounter da série também foi uma perda grande, resumindo: Tanker incident tem uma trilha sonora ótima e a Big Shell tem uma inexpressiva demais na parte jogável.

É isso! Next Chapter: Metal Gear Solid 3, Snake Eater!

domingo, 12 de julho de 2009

Mês do Metal Gear Solid #1 - Metal Gear Solid (Twin Snakes)


Estou escasso de vontade de escrever algo original, por isso, resolvi dedicar-me esse mês á falar sobre tal obra do japona Hideo Kojima, criador da conhecida série: Metal Gear Solid.
E aqui vamos nós, vou começar com nada mais e nada menos que: Metal Gear Solid do Playstation One!

Nome: Metal Gear Solid
Lançamento: 3/9/1998 (japão); 21/10/1998 (EUA)
Gênero: Stealth/Ação
Dois discos de Game e um de missões
Classificação: 15+ (CERO); Mature (ESRB) e 18+ (MDABrasil)

Metal Gear Solid conta a história do agente Solid Snake, numa missão suicida no arquipélago FOX nas proximidades do Alasca, na ilga de Shadow Moses.
Enviado como "A Força Tarefa de Um Homem Só", ele deve eliminar a ameaça feita pelo grupo terrorista: Outer Haven, liderado pelo anarquista Liquid Snake e os Fox Hound Unit, compostos por:

Decoy Octopus, mestre dos disfarces.
Sniper Wolf, atiradora de elite.
Vulcan Raven, Grandalhão e xamã.
Psycho Mantis, manipulador telecinético.
Revolver Ocelot, exímio atirador.

Junto com a missão de desmantelar a organização, ele deverá resgatar dois refens, o DARPA chief, Donald Anderson e Kenneth Baker, presidente da ArmsTech.
Guiado por Roy Campbell, antigo parceiro de operações de Snake, Mei Ling, técnica em sistema digital, Naomi Hunter, enfermeira e assistente de saúde em auxílio de Snake e Master Miller, mestre de Snake, além dos parceiros de batalha que ele encontra na ilha: Meryl, sobrinha de Roy Campbell e Otacon, criador do Metal Gear Rex. Ele deverá cumprir a sua missão, mas ao caminho, descobrir a verdadeira trama por trás disso tudo e encarar mais uma vez, a arma mortal, Metal Gear.

Metal Gear Solid na verdade é um veículo anti-guerra, Hideo Kojima criou uma forma para cativar o público e mostrar de fato, o que acontece debaixo dos panos. Um tipo de corrida armamentista escondida pelo governo (que no jogo seriam os Patriots), a crueldade de um campo de batalha, e mostrando que, por mais que as pessoas se matem, elas ainda sentem, não são máquinas e sim humanos, porém, vistos por seus maiores como apenas objetos de guerra.
Um grande exemplo disso é a relação Otacon e Sniper Wolf, o amor que floresceu no campo de batalha, mas terminando de forma trágica (pobre Otacon, só deve, em todos os MGS :( ).

O jogo conta com um arsenal explosivo que vai de metralhadoras á lança foguetes remotos.
Itens para Snake não faltarão, ele terá Rações para recuperar a saúde, caixas para se esconder, binóculos termais e etc.
Saiba que todas as habilidades de Snake serão testadas aqui, desde o momento certo para se encostar na parede até bater com seus próprios punhos!

Metal Gear nunca foi um jogo de ação realmente, ele exige paciência e técnica, evitar confrontos é a melhor forma de permanecer vivo no jogo, lutar contra todo inimigo que você ver só vai te matar de forma mais rápida, já que é um exercito contra um homem só.
Metal Gear Solid é um classico dos games, qualquer amante de games deve ter jogado esse jogo, se nao tiver, não perca tempo, por mais que tenham se passado 11 anos desde seu lançamento, ele é um jogo que não envelheceu nem um pouquinho.

Área de Spoilers! NÃO LEIA APARTIR DAQUI CASO AINDA QUEIRA JOGAR O GAME, CONSIDERE-SE AVISADO SE VOCÊ LER!
Um pouco sobre a verdadeira trama.

Como dito, MGS é a missão de Snake para desmantelar o gurpo terrorista: Outer Haven. O que ele não contava é que estava sendo usado. Usado como? O pentagono, com a ajuda de Naomi Hunter, criou um virus para acabar com todos que ameaçassem o poder dos Patriots, a organização vigente mundial. Ou seja, todos os ícones importantes envolvidos em Shadow Moses, seraim eliminados por bem, ou por mal.
O Virus, FOXDIE, criado com a intenção de se livrar com cada componente que sabia da verdade, foi injetado em Snake, para que, pelo menos se aproximando dos indivíduos, acabasse com a vida deles. O que acontece na cela da prisão, em que o falso DARPA Chief, Donald Anderson, que na verdade era Decoy Octopus disfarçado, morre de um tipo de ataque cardíaco.

Outra parte interessante é a descoberta que Big Boss na verdade teria 2 clones, além de Snake, que seria Liquid, mas que na verdade, nenhum deles era o perfeito, e sim, cópias resumidas, sem todos os genes não-recessivos. Seriam apenas parte do Big Boss e não cópias completas (note o cabelo dos dois Snakes, são loiros, no jogo, você não nota o do Solid pq ele corta e pinta o cabelo, para não ser confundido com Liquid, mas nos Briefings, você pode ver claramente os cabelos loiros dele).

FIM DA ÁREA DE SPOILERS.

Jogabilidade:
8,0
Dificuldade: 9,5
Replay: 9,5
Som: 10
Gráficos (na época): 9,5
Nota Final: 9,7

Prós:
MGS tem vozes, EM TODOS! O que é algo bem inédito na época, nem os Final Fantasies tinham vozes. O jogo possuí dois finais, o bastante para tirar horas de sono de você, e finalmente os VR Missions, perfeito para treinar suas habilidades em relação ao jogo e horas de diversão garantidas.

Contras: A jogabilidade peca algumas vezes, como a câmera, quando você se encosta na parede, a câmera te dá uma outra perspectiva, o que faz você ficar confuso pra que lado apertar e fazer ele se esgueirar (como a inversão da direita para a esquerda). A falta de mira em FPV (First Person View) o que é corrigido nos outros MGS.

Então é só, até mais amiguinhos!!

sábado, 20 de junho de 2009

O Incidente.

Alô amiguinhos, este post é dedicado ao novo cd do Porcupine Tree que será lançado dia 22 de Setembro! (sim, no mesmo dia que uma pessoa fará aniversário, não é? Só um pequeno detalhe é que essa pessoa odeia Porcupine Tree).
The Incident é o nome do novo álbum DUPLO, composto por mais de uma hora e meia de canções do mais puro rock progressivo aos flertes com metal, pop music e provávelmente algo bem funk, não aquele da Rocinha! Mas aquele do Living Colour!

Steven Wilson se pronunciou nessa semana acredito, sobre o novo álbum. The Incident, como já dito, será composto por dois discos: The Incident e o outro será um disco independente do The Incident, com canções que foram compostas em Dezembro de 2008.

Steven Wilson pronunciou que "The Incident contará eventos numa história que falará sobre começos e fins de uma forma bem surreal e o sentimento depois disso será o que nada será a mesma coisa depois disso tudo".
"A idéia veio de um dia que eu estava dando uma volta com o meu carro, quando passei por uma pista que havia ocorrido um 'Incidente'. Logo aquela palavra me afetou, que Incidente pode ser acoplada á coisas tão destrutíveis quanto traumáticas para as pessoas que estão envolvidas."

"A ironia de uma expressão tão fria para eventos tão abaladores me contagiou, e então eu fui atrás de outros tipos de 'Acidentes' na imprensa e nos jornais," continuou Wilson "eu escrevi sobre o resgate de garotas adolescentes de um culto religioso no Texas, uma família que aterrorizava os vizinhos, um corpo que foi achado durante uma sessão de pesca num lago, e muito mais. Cada canção foi escrita em primeira pessoa, para passar o sentimento de humanizar a informação mas reportagens."

Adicionalmente, Wilson colocou incidentes que aconteceram na sua infância e que profundamente o afetou. Como um amigo que ele perdeu na infância, seu primeiro amor, como ele via espíritos (Séance) e o dia que ele largou seu emprego fixo para se aventurar no seu sonho, que era entrar no mundo da música.

The Incident é composto por quatorze Tiers, cada um falando sobre os tais incidentes, aqui vai a setlist:
The Incident
I. Occam's Razor (1:55)
II. The Blind House (5:47)
III. Great Expectations (1:26)
IV. Kneel and Disconnect (2:03)
V. Drawning the Line (4:43)
VI. The Incident (5:20)
VII. Your Unpleasant Family (1:48)
VIII. The Yellow Windows of the Evening Train (2:00)
IX. Time Flies (11:40)
X. Degree Zero of Liberty (1:45)
XI. Octane Twisted (5:03)
XII. The Séance (2:39)
XIII. Circle of Manias (2:18)
XIV. I Drive the Hearse (6:41)

Impressões de quem teve a oportunidade de ouvir a música:

Time Flies é uma música bastante floydiana, e segundo Steven Wilson, isso foi intencional. Ela lembra Dogs e Time, mas ainda soando bastante comteporâneo. A música foi inspirada na infância do SW.

The Blind House é uma música com violões, harmonias com algumas
"very heavy sustained guitar histrionics" (não sei o que significa).

Circle of Manias é como Mother and Child Divided, mas muito mais pesada, com riff Meshuggah-like e bastante tempo quebrado. Nessa música, SW toca com uma nova guitarra Baritone que PRS fez exclusivamente pra ele.

Drive the Hearse tem um refrão memorável com alguns momentos acústicos ótimos e com um sintetizado formando um ambiente "surreal/assustador". Tem também
"soaring solo fade out"(também não sei o que significa hahaha)

The Incident tem uma levada funky (heavy electronica funk) e provavelmente deve fazer sucesso ao vivo. Tem bastante texturas estranhas produzidas pelos sintetizadores. Lembra Sleep Together, mas sem os strings.

O álbum tem bastante influência do último trabalho solo do SW, Insurgentes.

No vídeo, a música que toca no início é Occam's Raze, que abre The Incident. O trecho que mostra Richard tocando um sintetizador vem de The Incident(parte), e o trecho acústico que SW toca é Time Flies.

Occam's, The Yellow Windows, Degree Zero, maior parte de Octane Twisted, e Circle of Manias são intrustumentais.

O àlbum paralelo tem as seguintes faixas, mas nada foi apresentado sobre elas:
Flicker
Bonnie The Cat
Black Dahlia
Remember Me Lover

Há um video com alguns trechos da gravação do álbum
http://www.roadrunnerrecords.com/video/view.aspx?songID=2503

Como dito, The Incident será lançado dia 22 de Setembro. Mal posso aguardar!

Fui!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Top 10 - Os Melhores Vilões de Videogame

Saaaalve, salve meus amigos, bem vindos a mais um post do The SolarisProject! Hoje tratarei de um tema muito exdrúxulo e inútil, mas dane-se, vai ser divertido, Vou citar os 10 VILÕES MAIS FODAÇAS DA FACE DOS VIDEOGAMES!
Bem, eu sou um fã frenético de videogames! Sério!
Amo muito essa criação do demônio, que se aloja em nossas cabeças com aquelas musicas infernais e personagens satânicos!

...

Ok, vocês pegaram o espírito da coisa.
Tenho estado ocupado, estudando para a prova da Universidade Federal e tal, então não estou tão presente assim, mas, vou fazer o que eu posso!
Aliás, quais as chances de uma prova ter todas as suas questões com respostas na maioria de uma letra só?
Se alguém souber, avise-me.

Bem, vamos começar com essa coisa!

10 - Bowser Koopa (Mário Series)


Sim, o grande lagarto verde, algoz do nosso pequeno encanador Mário!

Aliás, você conhece o Mário?
...

Bem, enfim! Bowser é clássico! Quem nunca derrotou esse bichão no Super Mario World? O velho macete de guardar o melhor item pro final pra mandar ele pro inferno, A CAPA!
Enfim, Bowser é um dos vilões mais fodas porque:

ELE TEM UMA NINHADA DE FILHOS ESPALHADOS POR TODA A TERRA DOS COGUMELOS! Muitos acham que "só" os 12 generais de Super Mario World são filhos dele com a Peach (sim, aquela vagabunda). Mas EU acredito que TODAS AS TARTARUGAS que encontramos ao longo do jogo, são filhos desse lagartão ai.
Enfim, Bowser tem um castelo maneiro, que muda que nem o do Drácula, e ele leva o caralho que nem o Drácula em todos os jogos! Isso que é vilão! Ou não!

Bem, Bowser é um personagem muito carismático, perfiro ele que o Mário (aliás, você conhece o Mário?), é uma experiência única jogar com ele em Super Mário RPG.
Bowser é um dos melhores vilões por ser carismático, e isso é um trunfo!

9 - Dr. Albert Willy (vulgo: Dr. Willy) (Megaman Series)


Todo gamer que se preze jogou Megaman, o robozinho de pijama azul e cueca por cima.
Pois bem, Dr. Willy, o arquinimigo do garoto azul, é um cientista frustrado, talvez pela falta de mulher, ele acha que dominando o mundo vai ter um atrativo pra conquistá-las, mas enfim, pobre criatura.

E tenham em mente: DR WILLY É UM FILHO DUMA ÉGUA LAZARENTO.
Sim, em todos os jogos ele é um tremendo filho da mãe que suga barras de HP sem dó e nem piedade. Seus robôs com máscaras de caveira e lazers megatômicos que quando você leva um dano, seu cu cai no chão e se parte com o impacto do dano... ou pelo menos algo parecido!
Fascínora ou não, Dr. Willy é o típico vilão clássico de desenho dos anos 80, sempre pede desculpas, para no outro jogo/temporada, fugir das grades e fazer crimes novamente.

Esse cara poderia ganhar grana facilmente, mas sabe como é, vilões sempre querem fazer as coisas do pior jeito possível.

08 - Lynx (Chrono Cross)


Lynx é um dos meus vilões preferidos pelo simples fato de ser um articulador maldito, não é á toa que consegue Trocar os papéis com Serge, o herói do jogo, que passa a metade do jogo enganando os outros se passando por você enquanto você é esculachado de TODAS AS FORMAS pelos seus antigos parceiros, inclusive pela sua namorada Kid (ou pelo menos deveria ser a sua namorada, se você falasse algo no jogo).

A arma de Lynx é uma Foice, o que é uma referência ao vilão que vira bonzinho no Chrono Trigger, o Magus.
O nome do Lynx em japonês é Yamaneko (Yama = Escuridão; Neko = Gato), e eu acho bem mais sonoro. Enfim, Lynx é foda simplesmente por ter uma das melhores técnicas do jogo, o Forever Zero, que causa um dano abissal nos inimigos, sem falar no nome, Forever Zero, dá pra encher o peito e gritar na rua!

Articulador e traiçoeiro como um gato, porque "não" entrar na lista?

07 - M. Bison/Vega (Street Fighter 2)


Saca só a cara do meliante!
Sacaram? Poisé, Bison é um apelão de bosta, ele pula em cima de você até cair, e depois ele pula ainda mais para enfiar a sua cara no chão e depois pega seu corpo e joga contra a estátua dourada na qual não sabemos para que serve, além de quebrar, no seu estágio, aliás, quando quebramos, a louca que estava rezando, começa a reclamar, acho que deve ser o deus pagão dos tailandeses, ou algo assim.

Bison tem uma história muito interessante. Como lider da Shadaloo, ele devia ser escroto, um cara com bolas de aço, então ele fez uma máquina (não me pergunte como) que dava poderes a ele, a Psycho Power Machine, com seus poderes telecinéticos, ele sentiu que havia algo de errado, então, ele usou a mesma máquina para retirar tudo o que era bondoso nele, para transformá-lo em um maldito ditador fascínora e lazarento.
Essa energia boa dele se transmutou e criou essa coisa aqui. E que coisa viu!
...
Que foi? uma pessoa não pode apreciar a beleza de uma mulher? Eu também aprecio a beleza interior de uma mulher, mas se ela tiver beleza interior e exterior, fica melhor ainda!
E EU NÃO SOU UM PORCO CHAUVINISTA!

Continuando, Bison virou o grande e poderoso psyche e enfim, se tornou o pesadelo dos pobres jogadores de arcade na década de 90, sim, Sagat já metia medo com seus Tigers Robocops, imagine Bison que vem depois de Sagat!

06 - Boss Cyrus (Pokémon Diamond/Pearl/Platinum)


Olha só pra cara dele, ele não dá medo? Poisé, Cyrus é um vilão assim como Bison, jogou seus sentimentos para o ar e vive como um boneco sem sentimentos, a não ser a maldade, ganância e orgulho e coisas parecidas em seu "dito" coração.

Já disse que acho tão foda essa revolta de jogar os sentimentos bons pro lado e curtir a maldade? É a maior prova de maldade de todas, ser mau consigo mesmo. Perfeito.

Cyrus é um vilão competente, pena que seus asseclas não são, mas se dependesse dele, ele dominava o mundo de não fosse por esses garotos intrometidos (leia-se heróis do jogo).
O Plano dele é simples, Capturar os três avatares da Realidade (Uxie, Mesprit e Azelf) e usá-los para abrir o portal onde estão os lendários Palkia e Dialga, e transformar o planeta terra em um instrumento de controle total, e chegando assim em Giratina, o avatar do tempo, para controlar toda a realidade.
Esse cara pensa alto viu? Esse merece a sexta posição!

05 - King Panther (Conker's Bad Fur Day)


Quem diabos é King Panther? Você nunca jogou Conker Bad Fur Day?
Bem, desenterre seu N64 e vá jogar, é o melhor jogo de N64, e tenho dito!
Porque essa pantera negra está aqui? Bem, saquem só a rixa dele com Conker.

"Um belo dia, King Panther acorda para tomar seu leite, que toma toda a manhã.
PORÉM, sua mesinha de copo está com uma perna quebrada! Como isso pôde acontecer.
Seu mordomo/cientista (no qual esqueci o nome), chega a conclusão de que a única forma de consertar a mesa de copo do Rei, é colocando uma matéria do mesmo tamanho e comprimento da perna, e quem tem o tamanho e comprimento? Nosso amigo esquilinho Conker. Ou seja, ele só quer Conker como uma PERNA DA SUA MESA DE COPO!"

GENIAL!
Esse cara merece estar aqui!

04 - Delita Heiral (Final Fantasy Tactics)


Delita não é exatamente um vilão, mas ele é um grande filho da puta assim mesmo.
Agora você me pergunta o porquê.
Bem, Delita era uma criança pobre que foi adotado junto com sua irmã Tietra por Balbaneth Beoulve. Logo treinado pelas forças do nobre Rei, junto com o Principe Ramza, que logo se tornaram melhores amigos, passaram a juventude huntos, lutando contra os revolucionários. Depois da morte de Balbaneth, a família se tornou mais caótica, e com (não vou espoilar) várias reviravoltas, um dos seus companheiros mata sua irmã, que estava sendo mantida refém por um oficial da Death Brigade, o que fez Delita jurar vingança não contra os Beoulves, mas contra TODOS os nobres.

Então este garoto vira um dos mais notáveis Holy Knights e trama todo um plano para subir seu Status Quo com seu poder, e finalmente no final, manipulando TUDO E TODOS (até o herói inclusive, Ramza) ele chega a ser Rei de Ivalice.

Isso me lembra Michael Corleone e a ascensão dele em Poderoso Chefão Parte 2.
E isso já basta para que ele seja um vilão fodaça!

03 - Kefka Palazzo (Final Fantasy VI)


Bem, digamos que Kefka é o Coringa do FF, não só pelo visual, mas pela personalidade.
Ele é: Louco, Psicopata, Afetado, Abusado Sexualmente quando criança, Manipulador e acima de tudo, era um merda que virou um Fodão.

Kefka é tão obcecado por poder, que mata seu próprio comandante para assumir seu lugar. Um ato digno de vilão. Ele é competente o bastante para destruir o mundo e transformá-lo numa terra apocalíptica. Sim! Ele destrói grande parte do mundo, jogando ele em miséria. Quantos vilões você já viu que fez isso?

Bem, Kefka fez, e fez bonito!

Mas Kefka perdeu para si mesmo fazendo isso, acabando com a terra, ele desproviu sua fonte de energia máxima de si mesmo, já que as magias vem da vida da terra, ele não teve poder para deter a si mesmo e foi derrotado.
Dancing Mad, o Tema de Kefka, é uma das melhores coisas que já ouvi na minha vida.

02 - Liquid Snake (Metal Gear Solid)


Liquid Snake, o "irmão gêmeo" de Solid Snake, merece o segundo lugar porque...
ELE É FODA MANO, MUITO FODA.
Desde o dublador até o personagem, na verdade, o charme dele é o dublador!
Bem, Liquid é o único cara que conseguiu ser imortal da maneira mais estranha possível, por causa de seu braço!
Ele implantou seu braço em Revolver Ocelot e proongou sua vida por mais alguns anos!

Olha só pra cara dele! Ele tem cara de vilão até dobrando na esquina!
Ele é foda! Mesmo infectado pelo Fox Die, ainda sobreviveu, tendo apenas seu dito final em Metal Gear Sold 4, numa luta mano-a-mano até a morte com Solid Snake em cima de um dos seus mega submarinos. Uma batalha épica e linda.

Metal Gear Solid é uma das coisas mais lindas que Deus já criou, com o auxílio de Hideo Kojima!

E o vilão supremo de todos é: rufam os tambores...

Sephiroth!
Ninguém sabia, já que sou fã de carteirinha de Final Fantasy VII, mas vou justificar porque ele merece estar aqui.

Primeiro, Seph tem um visual maneiro, e hoje em dia, todo bom vilão que se prese tem que ter um visual maneiraço! Segundo, ele bota medo, não nessa foto ai seu retardado mental! No jogo!
Quem não chegou em Forgotten Capital com o cu na mão, porque diziam que você teria de lutar com ele depois da morte da Aeris? Coisa que não acontece infelizmente.

Ele é manipulador, mais manipulador que todos os presentes aqui, ele faz de Cloud uma marionete sem vida, que joga o jogo dele até o final. Tanto que em Advent Children, Cloud não tem mais confiança nem nele mesmo!

Ele é poderoso.
Diferente de Kefka, ele não perdeu por um simples descuido. A força de Sephiroth vem de Jenova, sua "mãe", e a força de Jenova vem da fraqueza da Terra, da energia da Terra, a Lifestream, ou seja, quanto mais ele destruir, matar, empilhar, estuprar, pestanejar, peidar, e todas essas coisas, ele vai ter mais poder, já que ele vem do Caos em si.

Ele tem um dos temas mais épicos de Final Fantasy, One Winged Angel, que deve ter mais versões que um celular Nokia já teve!

E olhem para ele? Cara, ele tem cabelo BRANCO! Você ia confiar em alguém que tem cabelo branco a não ser seus avós? Não tenho mais nada a declarar Meritíssimo!


Bem, por hoje é só, espero que tenham curtido o tópico!
Demorou pra fazer ele! Comentem o que vocês acham da seleção!

Adieu!

domingo, 17 de maio de 2009

Comentando Álbuns #3 - X&Y


Hoje vou falar sobre esse belíssimo trabalho da banda britânica Coldplay.
Antes de mais nada, você conhece o Coldplay? Se você não conhecer, volte para o banheiro agora mesmo e chore por perder uma das coisas mais belas no britpop ou puxar um baseado de mussarela (segundo uma amiga minha esse é o estilo deles).
Bem, o Coldplay foi formado em 1998 (foi ontem quase), que tem como integrantes:
Chris Martin - Vocal/Piano/Guitarrista
John Buckland - Guitarrista/back vocals
Guy Berryman - Baixo/back vocals
Will Champion - Bateirista e multi instrumentista

Eles vem das vertentes do Pop, Rock e (acreditem) Prog Rock, não acreditam? Bem, escutem Cemeteries of London ou Square One, vão entender o que eu falo.
Mas, vamos falar sobre o album em questão, X&Y.

No mais, eu amo A Rush of Blood To The Head, um dos próximos albuns a vir para a minha prateleira, maaas, X&Y tem um ótimo motivo para estar aqui, ele é altamente rejeitado pela crítica (leia-se "mamãe eu queria ser astro do rock mas não consegui porque eu era incompetente e eu vou criticar todos aqueles que fazem musica melhor que eu" nota: isso vale para críticos de cinema também), por ser destruído pela crítica, eu vou mostrar aqui que ele não é ruim não!

O sistema de X&Y é o seguinte, é composto por duas partes, X e Y, digamos que a parte mais digamos Coldplay é na X e a parte mais experimental é na Y mas vou colocá-las como tópicos no fim do post.

Square One

Ok, aqui é uma coisa interessante, uma atmosfera espacial para o inicio da musica. Como assim? Bem, um teclado com um órgão eletrônico e slides de guitarra, tem algo mais espacial que isso? Bem, os vocais de Chris começam de uma forma tão etérea, que pareciam não estar ali, por isso a musica começa com uma sextinada bem rápida, o que me impressionou na hora, não sabia que Will Champion era tão habilidoso assim. A musica segue com essa sextinada até o refrão (devem ser uns 5 segundos da bateria para o refrão), e chegamos no refrão, ai eu grito: MEU DEUS! QUE REFRÃO FODA!
Porque é foda? Porque explode como TODA musica que abre álbum deve explodir, te deixar sentado ali, fixado e sentindo tudo que a musica quer passar. Aliás, até a musica é espacial, a pessoa que quer sair do lugar mas não consegue porque algo sempre o impede.
O final "Chilled" ou frio, se torna essencial para a musica, porque ela te prepara para a próxima canção.

What If
Ok, vocês sabem da tremenda habilidade do Coldplay de fazer baladas não sabem? Pois então, What If é mais um dos hits fodaços do cd, porquê? Bem, a letra é cuidadosa, doce e muito certeira, quer ver?"
What if there was no lie
Nothing wrong nothing right
What if there was no time
And no reason or rhyme
What if you should decide
That you don't want me there by your side
That you don't want me there in your life

Bem, sinto que fiquei mais amargo mas ao mesmo tempo doce quando comecei a escutar coldplay, bem, ela fala sobre as decisões que você toma ou deixa de tomar, como isso pode afetar a sua vida. Acho que isso se espelha um pouco na minha vida, mas retomando.

White Shadows
Ok, essa é complicada, segue a mesma linha de Square One, espacial e muito ritimada, lembra os velhos tempos de U2, aquele delay básico na guitarra e o final "chilled". White Shadows fala sobre uma pessoa que na infância não aceitava ser parte do sistema, ou algo parecido, preciso estudar mais as letras desse álbum.

Fix You
Bem, Fix You é o Grande Hit do álbum junto com Talk, em termos de balada, ela é muito original para o Coldplay pelo simples fato de estourar com um coro no final da musica "Tears stream, down your face, when you lose something you cannot replace", e cara, dá vontade de cantar junto, fazer parte do coro, a musica soa como setentista, essa é uma das provas de progressão no som do Coldplay.

Talk
Já é demais, um hit após o outro, Talk é a "Eu sou U2 dessa geração" e realmente é. Espacial como Square One e White Shadows, ela completa a Tríade Espacial do álbum, o que vem a frente são resquícios da tríade, não que sejam ruins, mas não soam tão espaciais quanto essas três.
Bem, Talk com certeza você já ouviu, se não ouviu, CLICA AQUI PORRA!
Aliás, o clipe é muito legal! Muito engraçado e estranho!

X&Y
A musica título do álbum, não segura tanto quanto "A Rush..." porque ela tem uma pegada mais leve, enquanto 'A Rush' podia ser leve, mas era esquizofrênica demais, parecia muito doida (no sentido de morder a sua própria perna enquanto você corta seu cabelo com uma faca ginsu e assiste programa da márcia no volume baixo e no som tocando um cd do Flaming Lips. Nota: só funciona se você ler a letra junto). Mas é bonita, mas é longe de ser a melhor do álbum.

Speed of Sound
Como pude me esquecer de Speed of Sound como maior hit? (Não gostou? Me processa!) Eu gosto dela até, mas ela se torna um loop de Clocks pra mim, uma Clocks Part 2, por isso que eu não a venero tanto. Quer ver? As notas de Clocks são as seguintes (Ré, Lá Menor e Mi menor) enquanto as de Speed of Sound são (Lá Menor, Mi menor e Ré) OHHHHHH! Isso que me faz não curtir a musica, aliás, ela muda mesmo no refrão, já que Clocks não tem um dito refrão.

A Message
Olha, essa pessoalmente é uma das minhas preferidas, aquele começo com vocal e violão, o refrão bordão de placa de caminhão, a letra é muito bonita diga-se de passagem e no final uma oitavada no vocal do Chris que quando "ouvo" no fone de ouvidos, me faz lagrimar. Sim a letra é triste que quer ser feliz, alguma objeção? OK, next!
Aliás, uma oitavada é subir de um tom para um outro, tipo aqueles gritinhos de metal, mas esses caras sobem umas 3 oitavadas, pelo menos o chris não faz parecer ridículo.

Low
Low poderia ter entrado na tríade e fazer dela um quarteto, mas explico porque ela não entra:
Ela tem um tóque único, ela é a única que realmente liga o ponto X e Y, coisas do Coldplay e do Novo Coldplay apresentado nesse álbum. É por isso que ele não faz parte da tríade, ele é a âncora do álbum. Escute e você vai entender.

The Hardest Part
A canção que tem o clipe mais nadaavernonsenseestranho que eu já vi, mas é bonito, só não tem a ver com a letra. Não tenho muito que dizer sobre esta, porque está além da minha compreensão, por isso vou escutá-la e aproveitá-la.

Swallowed In The Sea
Essa é aquela que precede o final, muito bonita, tem uma letra pomposa, o próprio nome da musica é pomposo, Engolido no Mar, isso que é título, ela é leve e simples, tem um coro bastante similar ao de Fix You, mas não explode tanto. Ótima para escutar no escuro.

Twisted Logic
Esse é um dos grandes exemplos de Progressão, ela começa parada, vai aumentando, aumentando, e de repente, estão todos tocando, cantando, e a musica acaba, mas tudo volta e acaba de novo, ela soa como Politik se vocês repararem, aquele rítimo "pá pá pá" direto, é, na verdade ela é bem direta, e acaba estranha.

X&Y é agora um dos meus albuns preferidos, e isso o torna querido mesmo.
A divisão das partes é feita assim:

X
Talk
Low
The Hardest Part
Speed of Sound
What If
X&Y

Y
Square One
White Shadows
Fix You
A Message
Twisted Logic
Swallowed In The Sea

Bem amigos, espero que tenham gostado dessa pequena resenha, sei que não vai despertar a vontade de escutar o álbum, mas eu me esforcei, dêem uma força a ele, dei uma empreguiçada no final, mas idai? Processe-me! =D

Adieu!